Sem limite de fios
O número de unidades foliculares é definido pelo que a área doadora comporta e pelo que a área receptora precisa, não por um pacote fechado de antemão.
Linha frontal desenhada para o seu rosto com uma visagista, densidade planejada fio a fio e sem limite de fios.
Cirurgião geral em Unidade de Pronto Atendimento pelo Hospital Israelita Albert Einstein
Técnicas atuais de extração e implantação de unidades foliculares
Sedação acompanhada por médico anestesista do início ao fim
Desenho da área receptora com uma profissional visagista, para a moldura mais natural de cada rosto
Se queixa da foto que preferiu não postar. Do boné que virou hábito. Da idade que o espelho passou a anunciar antes da hora. A queda de cabelo mexe com a forma como a pessoa se apresenta ao mundo, e é isso que ela quer de volta.
O tratamento começa muito antes da cirurgia: começa por entender o que está causando a queda, o que ainda pode ser preservado clinicamente e o que faz sentido operar. Nem todo caso é cirúrgico, e dizer isso com clareza faz parte do trabalho.
“A maior felicidade de atuar nesta área é realizar sonhos, tirar traumas e trazer de volta a autoestima dos meus pacientes.”
Dr. Marcos Vasquez
Extrair e implantar milhares de unidades foliculares leva horas. Quando a cirurgia é apertada para caber em menos tempo, o que se corta é justamente o que importa — e é o tempo que protege o folículo entre a extração e a implantação, que permite conferir ângulo e direção fio a fio, que deixa espaço para refazer o que não ficou perfeito.
Por isso o tempo da cirurgia é definido pelo caso, e não o contrário. Do primeiro traço da linha frontal ao último fio implantado, a equipe está inteira dedicada ao seu resultado.
O número de unidades foliculares é definido pelo que a área doadora comporta e pelo que a área receptora precisa, não por um pacote fechado de antemão.
Anestesia local associada à sedação, com médico anestesista acompanhando o procedimento do começo ao fim, conforme a técnica e o protocolo indicados.
Tricoscopia digital no diagnóstico, técnica FUE para a extração e Implanter para a implantação, escolhendo o recurso que cada caso realmente pede.
O que denuncia um resultado artificial quase nunca é a quantidade de fios — é a linha frontal reta demais, o ângulo errado, a densidade que muda de repente. Naturalidade é uma sequência de decisões técnicas tomadas antes da primeira incisão.
Altura, curvatura e entradas seguem a proporção da sua face e a idade que você terá daqui a vinte anos — não um molde padrão.
Cada unidade folicular é implantada respeitando a inclinação e o sentido de crescimento da região, que muda da fronte ao midscalp e à coroa.
Ela é avaliada antes de qualquer promessa. Retirar demais hoje compromete o que você poderá fazer amanhã, e isso entra no planejamento.
Cirurgia sem tratamento clínico é resultado com prazo. A estratégia de preservação dos fios que você ainda tem faz parte do mesmo plano.
Cinco etapas, todas conduzidas pelo mesmo médico. Você não é passado de mão em mão entre consultor, técnico e cirurgião.
Começar pela avaliaçãoConsulta médica dedicada à queda de cabelo, exame do couro cabeludo e dos fios, tricoscopia e dermatoscopia capilar, diagnóstico do tipo de alopecia e análise das áreas doadora e receptora. Exames laboratoriais são solicitados e interpretados quando há indicação.
Desenho da linha frontal e da área receptora em conjunto com a visagista da clínica, definição de densidade e do número de unidades foliculares, escolha entre FUE e implantação com Implanter, e a divisão clara entre o que se resolve com cirurgia e o que se resolve clinicamente.
Anestesia local associada à sedação, com anestesista presente conforme a técnica e o protocolo. Extração e implantação das unidades foliculares ao longo do dia, no tempo que o seu caso exige.
Prescrição, orientações de cuidado e acompanhamento da cicatrização. Você sai sabendo exatamente o que esperar de cada semana e como voltar à rotina com segurança.
Avaliação da evolução ao longo dos meses, ajuste do tratamento clínico e estratégia de preservação dos fios nativos, para que o resultado se sustente com o tempo.
Do diagnóstico à cirurgia, passando pelos tratamentos clínicos que muitas vezes resolvem o caso sem operar.
Transplante capilar não é resultado imediato, e saber disso desde o começo evita a maior parte da ansiedade do pós-operatório. O percurso abaixo é o mais comum, e varia de pessoa para pessoa.
Edema leve e crostas nas áreas operadas, que costumam se resolver nas primeiras duas semanas com os cuidados orientados.
Os fios transplantados costumam cair enquanto o folículo permanece. É previsto, faz parte do processo e não significa que os folículos se perderam.
Costumam aparecer os primeiros fios novos, ainda finos e desiguais entre as regiões operadas.
Os fios tendem a ganhar calibre e a área operada costuma ficar mais homogênea. É o período em que a diferença costuma começar a aparecer.
É quando densidade e textura costumam se estabilizar. A coroa em geral demora mais que a região frontal.
Os prazos acima descrevem o que costuma acontecer no pós-operatório, não uma previsão do seu caso. A evolução varia conforme o tipo de alopecia, a qualidade da área doadora e a resposta individual de cada organismo. Nenhum resultado pode ser garantido antecipadamente; o que se pode garantir é o critério na indicação e a honestidade sobre o que é possível no seu caso.
Antes da tricologia, atuou por 12 anos como cirurgião geral em Unidade de Pronto Atendimento pelo Hospital Israelita Albert Einstein. É de lá que vem o hábito de decidir com critério, de conduzir uma equipe cirúrgica por horas seguidas e de tratar cada detalhe do intraoperatório como se ele importasse — porque importa.
Hoje essa formação está inteira dedicada a uma coisa só: devolver cabelo com naturalidade, no tempo que cada resultado exige.
Uma consulta para entender a causa da sua queda, examinar o couro cabeludo e ouvir com franqueza o que é possível — com ou sem cirurgia.